As berries equipadas
02/09/2026
Uma criatura segura um item. Pode ser um item passivo, que vale enquanto
estiver lá, ou uma berry — que fica parada, acorda num momento específico,
faz uma coisa e some.
Ela some de verdade: não volta no fim da batalha.
Os momentos em que uma berry acorda
- Metade do HP ou menos — as de cura. A Oran cura um número fixo; a
Sitrus cura uma porcentagem. A Oran salva um filhote de nível 10 e não faz
cócegas num time de nível 90; a Sitrus vale o mesmo a vida inteira.
- Um quarto do HP ou menos — as de atributo. Liechi sobe o Ataque,
Ganlon a Defesa, Salac a Velocidade, Petaya o At. Especial,
Apicot a Def. Especial. A Starf sobe dois níveis de um atributo
sorteado.
- Quando a condição chega — Cheri, Chesto, Pecha, Rawst, Aspear, Persim e a
Lum, que tira qualquer uma.
- Quando o golpe está chegando — as 18 de resistência do Tier 4, «Sitrus +
tipo». Cada uma corta pela metade o dano de um golpe supereficaz de um
tipo. A Occa apara Fogo, a Passho apara Água, e assim por diante.
- Depois de o golpe acertar — Jaboca e Rowap fazem quem atacou
perder parte do próprio HP; Kee e Maranga levantam a defesa de quem
apanhou; a Enigma cura quem levou um golpe supereficaz.
- Quando um golpe zera de PP — a Leppa devolve PP ao golpe mais vazio.
As que não se equipam
Boa parte da árvore é ingrediente: ela existe para virar outra berry na
bancada. E seis delas — Pomeg, Kelpsy, Qualot, Hondew, Grepa e Tamato — são item
de uso: elas tiram 10 de treino de um atributo, pela ficha da criatura.
A mochila e a tela da Horta dizem, para cada berry, o que ela faz.
Uma trava do jogo
Nenhuma berry pode ser fabricável sem ter um papel declarado. O jogo recusa
abrir uma receita para uma berry que não faz nada — um item que o jogador
trabalha para conseguir e que não acontece é pior do que um item que não existe.

